Ás vezes me pego a questionar por que pra algumas pessoas é tão complicado aceitar ajuda, sem que imaginem uma segunda, terceira ou quarta intenção.
Talvez seja um problema sociológico, talvez o ceticismo tenha sido assimilado, de tal forma, por uma pressão cultural, daquela que acredita que quando a reza é demais o santo, necessariamente, precisa desconfiar.
Isso por vezes me incomoda, a ponto de pensar em mudar meus instintos. Mas o erro estaria - realmente - em mim?
Num raciocínio rápido calculo: perderia eu, se mudasse minha boa vontade ou perderia mundo, se eu já não disponibilizasse minhas forças, engajamento, sentimentos e habilidades para ajuda-lo? E, concluo que perderíamos todos nós.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
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