sábado, 10 de outubro de 2009

Cada um por si


Como diria minha mãe: “Tem gente que só aprende apanhando”, de preferência metaforicamente. (Nada de violência!)
Na minha cronologia, sempre fui muito desenrolada, aos 12 anos liderava um grupo de pré-adolescentes, realizava reuniões, promovia festas, eventos e aprendia, desde muito cedo, a lidar com pessoas – que nem sempre tiveram a minha faixa etária. Bem aquela história de “por não saber que era difícil, ia lá e fazia”.
Com o passar dos anos, a idade foi chegando (nossa! vi minha avó falando rsrs) e com ela a responsabilidade de tornar-me uma adulta madura, competente, bem sucedida e como se já não bastasse, num mundo selvagem, capitalista e de alto nível competitivo, onde a lei do mais forte (ou mais adaptado – ao sistema) prevalece, enquanto os outros... ah! esses sempre serão SÓ os "outros", indignos até de descrição. Chocante, né? Pois é, Bem-vindos à realidade.
Essa transição não se figurou de maneira simples, aliás nenhuma mudança é simples. Não consigo recordar-me o ponto exato da queda, mas a sensação que tenho é que em algum momento dessa corrida, tropecei e fui atropelada pela manada implacável que me seguia, de tal maneira que por mais que eu tentasse me levantar, sempre tinha quem, na insana pressa, me fizesse comer poeira, tornando cada vez mais difícil assomar.
Denotativamente falando, a garotinha ousada e destemida foi dando lugar a uma mulher cada vez mais introspectiva, temerosa e insegura. E isso é a treva!!!
Essa semana, passei por uma experiência onde não me reconheci, me vi travada e essa definitivamente não sou eu. Tampouco aceito tornar-me...
O mundo em que vivemos é muito difícil, as pessoas são difíceis e sobreviver entre elas torna-se ainda mais difícil. E é em vão tentar se esquivar, proteger o sentimento com bolinha de sabão só acontece nas músicas do Rafinha, na prática estamos mais atolados nessa lama, quanto possamos imaginar.
Não quero perder minha essência e os sentimentos mais puros que possuo, entretanto não posso permitir que continuem me atropelando sem que uma atitude seja tomada.
Concluo, então, que a questão não é querer ser igual a eles, e sim precisar - no melhor sentido de necessidade - igualar-se a eles, simplemente por uma questão de adaptação. Dawvin explica.


Beijos

Que DEUS esteja SEMPRE com vcs :)




Deus!
Booo... eu fikei sem palavras pro seu ultimo comentário. Obrigada!
Feriado + Culto na Sara + Noite do pijama na casa da Nane
Aulas de hoje... Geografia e Biologia! Ê BELEZA!!
O resfriado deve ter sido emocional... já to boa! Não conta pra minha mãe, mas inte tomer um sorvetão =x rsrs



Dor nas costas (é de carregar os blocos de concreto, digo, de livros pra lá e pra cá rs)
Semana picotada... quinta tb não terá aula :(