sábado, 14 de agosto de 2010

Pela gratidão que tenho em mim...



... Não me vejo no direito de queixar-me por nada que tenho vivido, por mais que o meu corpo grite incenssantemente por uma pausa, uma simples pausa.
Vejo-me na obrigação de vencer minhas limitações físicas, mentais, mas principalmente emocionais. Já faz algum tempo que deixei a menina chorosa em algum lugar do tempo passado, entretanto por horas ela ainda me toma e é preciso forças pra retomar ao que sou, ou deveria ser.
A consciência de saber que tudo faz parte de um processo alivia a inquietude do desejo de que tudo fosse diferente. É interessante observar como somos instintivamente ansiosos, sempre querendo saber do final do filme antes mesmo que do ápice do roteiro. Faltando 5 meses para vir ao mundo, o bebê percebe a inquietude de uma mãe que já não dorme esperando o resultado do exame que lhe dirá se é menina ou menino, para resolver um simples calculo preferimos usar uma máquina, à raciocinar, o que prolongaria o resultado. Assim como sonhamos com o pódium, mas nem sempre estamos dispostos a enfrentar a maratona. Queremos o bolo, sem encarar a receita, desejamos alcançar as estrelas, mas se for possível optamos por não sairmos do lugar.
A caminhada é espinhosa, no percurso encontro muitas pedras e dos meus pés, muitas vezes fragilizados e descalços, vejo brotar algumas gotas de sangue. Parecem pouco capazes. Mas, eu, o meu eu, sabe que a aparência nem sempre condiz com o que há de verdade. A minha real capacidade ninguém pode imaginar, assim como ninguém - nem mesmo eu - jamais vai conseguir prever aonde esses mesmos pés um dia chegarão.



Deus!
Família+Namo+Facul+Tito
Churras com a turma amanhã!






Sono
Muito Sono
Hora extra! Arghhhh